domingo, 29 de maio de 2016

Neurociência, aprendizagem e desenvolvimento infantil – 12 a 18 meses



criança 12 a 18 meses caminhandoOs bebês são pesquisadores. Nascem com a curiosidade e a iniciativa para descobrir o mundo que os cerca. Eles parecem particularmente interessados nas propriedades físicas dos objetos, testando-os com todos os seus sentidos. O que acontece de 12 a 18 meses?
Os bebês também mergulham nos mistérios do próprio corpo. Engajam-se em desafios complicados e, numa insistência brincante, vencem obstáculos e adquirem novas habilidades a cada dia.
Por volta dos 12 meses, estão percorrendo a jornada da fala. Ouvem quem conversa com eles e criam combinações de sons buscando serem compreendidos. Em nenhuma fase da vida do ser humano a atividade cerebral é tão intensa! Pais, familiares e professores, cuidadores desses pequenos e incríveis seres humanos têm o privilégio de presenciar conquistas geniais.
Nessa postagem, os bebês já estão com idade entre 12 e 18 meses. Por meio de Quadros Facilitadores, você poderá conhecer aspectos importantes do desenvolvimento infantil e obter dicas para observar, registrar e planejar um trabalho pedagógico adequado e qualificado.
Quadro Facilitador Neurociencia desenvolvimento infantil

atividades criança 12 a 18 meses

Bebês 12 a 18 meses movimento 1

Bebês 12 a 18 meses movimento 2

Bebês 12 a 18 meses linguagem 1Bebês 12 a 18 meses linguagem 2


Bebês 12 a 18 meses linguagem 3

Bebês 12 a 18 meses cognição 1

Bebês 12 a 18 meses cognição 3

Bebês 12 a 18 meses cognição 2

Bebês 12 a 18 meses subjetivação 1

Bebes 12 a 18 meses -Subjetivação 2

 fonte :http://www.tempodecreche.com.br/categoria/relacao/

sábado, 28 de maio de 2016

POR QUE DEVEMOS FALAR SOBRE SEXUALIDADE COM AS CRIANÇAS?



As crianças têm cada vez mais acesso a todo tipo de informação, seja através da televisão, celular, tablet, redes sociais, livros ou ao ouvir uma conversa de adultos. A curiosidade é natural também em relação a sexualidade e para esclarecer suas duvidas é comum que procurem as pessoas que mais confiam: a mãe e o pai. O assunto pode aparecer a qualquer momento, não existe uma idade ideal para falar sobre sexualidade e vale à pena estarmos preparados, assim garantimos a qualidade da informação baseada nos valores que queremos passar para as crianças.
Quando digo que não existe idade ideal não significa que devemos ligar a televisão em uma programação com classificação para maiores de 18 anos. Mas, a conversa sobre a sexualidade pode acontecer sempre que surgir uma oportunidade. Como por exemplo, ninguém pode tocar no seu corpo… Podemos começar a conversa desta forma, pois temos que explicar que só os pais podem ajudar quando o assunto é banheiro ou banho. Lembrando pedófilo não carrega placa se condenando, então toda atenção é valida.
Ao sairmos desse ponto de partida ensinamos que a base de todas as relações é o amor e o respeito. Assim, também ajudamos a evitar que a pedofilia e os abusos (físico, psicológico e moral) tenham espaço para acontecer e assim as crianças aprendem a cuidar dos seus sentimentos, seu corpo e respeitar o sentimento e corpo das outras pessoas.
Sem perceber, muitos pais fogem de determinados assuntos e esperam que os filhos os procurem para conversar sobre isso quando tiverem duvidas. O clima de naturalidade ao falar do beijo, do corpo pelado, da cena de sexo traz a confiança necessária para que as crianças possam questionar e a conversa fluir.
É interessantede contar a historia do amor para que as crianças entendam qual o sentido prático que envolve a sexualidade. Podemos contar que duas pessoas quando estão apaixonadas, querem ficar juntas a maior parte do tempo. Então, aos poucos vão querendo ficar mais juntas e, por isso, podem querer andar de mãos dadas, se beijar, se abraçar. Isso tudo acontece, porque as duas pessoas se gostam, se respeitam e querem tocar uma a outra. Não precisamos saber todas as respostas das duvidas das crianças e quando isso acontecer podemos pesquisar juntos ou separados e depois retomar o assunto. É importante não deixarmos uma pergunta sem resposta. Lembre-se, a criança é curiosa e pode buscar a resposta em outra fonte, como a internet, e daí não poderemos garantir a qualidade da informação


COMO AJUDAR AS CRIANÇAS QUE TÊM PESADELO?

índice

Muitas vezes o sono das crianças é interrompido por um pesadelo. Algumas acordam chorando, outras gritando ou tem aquelas que acordam em silêncio e vão para o quarto dos pais para dormir na pontinha da cama deles. Pode ser um grande susto para a criança e também para os pais, mas como podemos ajudar os pequenos que passam por um pesadelo?
Os símbolos que aparecem nos sonhos podem nos ajudar a entender o que se passa na cabeça das crianças. Apesar de não serem mensagens evidentes, elas contam um pouco de como a criança percebe sua vida naquele momento. Os sonhos aparecerem para ajudá-las a digerir o que vivem, seja algo bom ou algum desafio que estão passando.
As crianças de até 3 anos tem maior dificuldade para diferenciar o que é fantasia e realidade, por isso, muitas vezes elas acordam de um sonho como se ele estivesse acontecendo ainda. O que vai determinar se a criança terá um sonho ou um pesadelo serão as experiências que acontecem no seu dia a dia.
Durante o sono, todos os pensamentos que foram armazenados das experiências de frustração, tristeza, raiva, medo e sensações desconfortáveis podem se transformar em pesadelo, bruxas, monstros e bichos perigosos. É difícil evitarmos os pesadelos, mas podemos cuidar para que as noites de sono dos pequenos sejam menos turbulentas. Podemos criar uma rotina que facilite a chegada do sono. Tomar um banho relaxante, reduzir o ritmo das atividades da família, desligar televisão, computador, tablet, e diminuir a intensidade das luzes da casa são atitudes que contribuem para um sono mais tranquilo. Colocar a criança para dormir com um bichinho de pelúcia ou um paninho que ela goste também pode ajudar a diminuir a tensão quando acorda do pesadelo. A repetição desse ritual faz com que a criança se sinta mais segura, pois sabe qual o próximo momento ela viverá, diminuindo seu medo e ansiedade.
Quando a criança acorda assustada, com medo, podemos ajudá-la tranquilizando com carinho e acolhimento. Um abraço e o interesse sobre o que ela sonhou costumam funcionar.

MÚSICA E DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM…



Vocês sabiam que a música tem grande influência no desenvolvimento da linguagem dos pequenos?
Assim como a fala e os gestos, a música também nos possibilita a comunicação e a expressão de emoções, além de nos motivar e inspirar.
Para os bebês, a relação com a música acontece antes mesmo do nascimento, pois é de dentro do ventre materno que eles recebem seus primeiros estímulos sonoros. Eles ouvem o som dos batimentos cardíacos da mãe, aprendem reconhecê-la pela voz e já respondem a estímulos sonoros.
Quando o bebê e/ou a criança está em contato com o mundo musical, ele (a) fortalece o desenvolvimento das habilidades cognitivas, favorecendo a produção e aquisição dos fonemas, a ampliação do repertório linguístico e o aperfeiçoamento do processamento auditivo. Além de despertar a imaginação e estimular a criatividade.
Nesse sentido, as cantigas de ninar, as canções de roda, as parlendas e todo o tipo de jogo musical têm grande importância, pois influenciam e fortalecem o desenvolvimento das habilidades motoras, auditivas, linguísticas, cognitivas, visuais, entre outras.Colocar diferentes gêneros musicais é uma atividade interessante.
Seu filho já ouviu música hoje?

Dicas e cuidados com os bebês

Como lavar a cabeça do bebê...





1. Prepare o ambiente
Antes de começar o banho, deixe à mão tudo o que vai precisar para limpar e trocar o bebê, como fralda, pomada anti-assadura, muda de roupa, xampu, sabonete e toalha. A temperatura do ambiente é importante para evitar que o bebê se resfrie ou chore por causa do frio. Feche portas e janelas para evitar correntes de ar e, se for o caso, use um aquecedor. Já a água deve estar a 37º C – não se esqueça de testá-la com um termômetro ou o dorso da mão.
2. Deixe o bebê enrolado em uma toalha
Após tirar a roupa do bebê, deixe-o de fraldas (para evitar surpresas antes de colocá-lo na banheira) e enrolado em uma toalha ou manta de algodão. A medida não é obrigatória, mas é importante para que ele se mantenha aquecido no início do banho.
3. Comece pelo rosto
Com a ajuda de um algodão umedecido (na própria água da banheira), limpe o rostinho da criança. Em seguida, lave a cabeça.
4. Use pouco xampu
A cabeça dos bebês, em geral, não suja tanto. Então, não é preciso usar muito xampu ou sabonete líquido: uma quantia equivalente a uma moeda basta. Se preferir sabonete em barra, esfregue um pouco na própria mão até formar espuma em vez de passá-lo diretamente sobre a cabeça do bebê.
5. Atenção ao modo de pegar o bebê
O jeito mais fácil é apoiar o corpo do seu filho no seu antebraço. Segure a cabecinha com uma das mãos, deixando a outra livre para limpá-lo.
6. Esfregue delicadamente
Você pode esfregar a cabecinha dele com as mãos ou com uma esponja ou paninho, se preferir. Tenha cuidado apenas para que água não caia no ouvido da criança. Depois, é só pegar um pouco de água da banheira e enxaguá-la. Não é preciso ter receio de passar a mão, desde que suavemente, sobre a moleira – espaço que separa os ossos do crânio do recém-nascido – durante a higiene.
7. Seque a cabeça na sequência
Como perdemos calor pela cabeça, vale secá-la logo após a lavagem. Depois, tire a fralda da criança (sem esquecer de limpar o excesso de xixi e cocô com um algodão umedecido) e continue o banho normalmente.

3 lições para ensinar antes da escola

Antes de seu filho começar a ir para a escola, tenha certeza de que você ensinou em casa essas noções básicas que vão ajudá-lo, e muito!



Começar a ir para a escola é uma etapa importante para todas as crianças. Tudo é novidade e elas vão começar a ter contato com outras pessoas que não são da família, que pensam e agem diferente do que elas estão acostumadas. E todas essas novidades podem assustar, o que faz parte do crescimento, mas a gente pode ajudar nosso filhos com algumas ideias básicas.
Veja aqui o que especialistas têm a dizer sobre a escolha da primeira escola e tire suas dúvidas:
Hora de ir ao banheiro
A hora de pedir para ir ao banheiro está entre as coisas que causam mais ansiedade nas crianças e por uma boa razão: seu filho ainda não tem completo controle sobre o corpo. “Até os 5 anos, 15% das crianças ainda tem chances de ter acidentes e fazer xixi ou cocô na calça”, explica Chris Cooper, diretor de urologia pediátrica da Universidade de Iowa, Estados Unidos. Além disso, as crianças nessa idade se envolvem tanto com algumas atividades que ás vezes nem percebem que precisam ir ao banheiro. Por isso, diga ao seu filho que ele pode pedir para ir ao banheiro a hora que precisar, é só pedir para a professora. Explique que, mesmo que aconteça algum acidente, a professora está lá para ajudar, não precisa ter medo. Também pratique com ele como tirar e colocar a parte de baixo das roupas, abrir zíperes e desabotoar a calça. Assim, seu filho, ou filha, vai ficar mais confiante.
Dicas mais do que úteis
Algumas coisas práticas nós podemos ensinar em casa para que nossos filhos consigam lidar com situações mais difíceis quando não estivermos por perto, principalmente na escola: como reagir se um colega ou amigo não quiser dividir os brinquedos ou tentar empurrá-lo, como tirar e colocar a blusa ou casaco sem precisar de muita ajuda, como se lembrar de onde está o endereço e número de telefone se for necessário, como usar o material que ele vai levar todos os dias, seja caderno, lápis ou massinha de modelar e como levantar a mão para falar durante a aula.
A arte de fazer amigos
Estar em uma sala de aula cheia de novos rostos pode deixar a criança confusa. Para incentivar a naturalidade dentro de uma situação estranha como essa, você pode começar dizendo ao seu filho que as outras crianças também estão nervosas e garanta que tudo vai ficar bem, é só todo mundo começar a brincar. Tente encenar com seu filho como ele falaria com algum amigo novo, mas faça disso uma brincadeira, sem colocar mais pressão. Algumas perguntas podem ajudar, desde “Qual a sua cor favorita?” até “O que você trouxe de lanche?”. Ensine-o também a dividir as coisas e oferecer ajuda quando alguém precisar.

O berçário e o desenvolvimento do bebê


A convivência no berçário favorece uma série de aquisições por parte do bebê e da criança pequena; ela é instigada pelo ambiente, pelos companheiros e, especialmente, pelo educador




 Este papel privilegiado do educador deve-se, em grande parte, ao importante vínculo que se desenvolve entre ele e a criança pequena. Os berçários devem se preocupar em fazer uma seleção apurada para a escolha de sua equipe exigindo do profissional dedicado a essas crianças uma formação que lhe permita conceber o cuidar e o educar como ações pedagógicas.
No berçário as situações de aprendizagem ocorrem, principalmente, através das atividades orientadas, em especial quando se permitem as trocas entre os pares. Tempos, espaços e boas intervenções pedagógicas determinam a qualidade do atendimento aos bebês.
Na escola, a atenção ao brincar é fundamental, pois é uma atividade que promove aprendizagem. Aprendizagem e brincadeira são fenômenos indissociáveis, em especial na primeira infância. E é preciso, por isto, que se conheçam as características desta atividade tão importante em cada etapa.
O brincar do bebê é essencialmente exploratório. É comum observarmos bebês brincando com partes do corpo ou com atributos que descobrem, como a capacidade de produzir sons, de deslocar as mãos diante dos olhos, de segurar e, posteriormente, de soltar os objetos. Levam tudo à boca, pois esta é uma das formas de conhecer. Por esta característica de seu brincar é essencial que os berçários façam uma escolha aprimorada dos brinquedos e materiais de estimulação que serão oferecidos aos bebês. Os bebês inspiram importantes cuidados de higiene com materiais de uso individual e também com os brinquedos que utiliza. Em geral, mordedores e outros objetos disponibilizados devem ser usados uma única vez e encaminhados logo para a higienização.
Atender aos interesses e necessidades da criança, organizando espaços pensando em favorecer a convivência, o diálogo entre os parceiros e a aquisição da sua independência, estabelecendo rotinas, possibilitando a espontaneidade do brincar, aguçando a curiosidade e incentivando a exploração característica dessa idade são itens fundamentais para possibilitar descobertas e aprendizagens, lembrando que um processo de aprendizagem não pode ser plenamente controlado, mas reavaliado a cada momento.